bioestimulantes

Você sabe o que são bioestimuladores e como regularizar seu uso junto ao IBAMA?

Com o avanço das cidades, a quantidade de matéria orgânica produzida por indústrias, comércios e residências não para de crescer. E o descarte incorreto pode ocasionar a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.

Uma alternativa viável para o tratamento destas áreas contaminadas é o uso de remediadores, entre eles os bioestimuladores, que nutrem os microrganismos que farão a recuperação.

O processo consiste na aplicação de produtos que apresentam como ingredientes ativos substâncias que servem de substratos aos microrganismos naturalmente presentes no ambiente. Esse substrato servirá de nutriente para os microrganismos que irão se reproduzir e, consequentemente, degradarem biologicamente os compostos orgânicos e as substâncias contaminantes.

Os bioestimuladores são indicados na recuperação de efluentes, solos, águas superficiais e subterrâneas. Esse tipo de tratamento oferece o mínimo de impacto ambiental e é bastante eficiente na recuperação de áreas degradadas.

Porém, é importante saber que os produtos remediadores só podem ser comercializados após o registro autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). “Já o bioestimulador, embora não exista uma exigência de registro, também deve ser autorizado pelo IBAMA antes de ser disponibilizado para o mercado”, explica Fabiola B. Oliveira, analista de registros da Vigna Brasil.

A Vigna Brasil possui uma área voltada aos Remediadores, incluindo os produtos biorremediadores e bioestimuladores, que atende empresas desde as etapas iniciais da estratégia de lançamento até a obtenção de manutenção do registro junto ao IBAMA.

Para saber mais, consulte nossos especialistas.

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