Foodtechs prometem revolucionar o mercado de alimentos no mundo

Foodtechs prometem revolucionar o mercado de alimentos no mundo

Mercado global de foodtech deve crescer e superar os US$ 279 bilhões em 2025. Os dados são da pesquisa realizada pela Global Market Research que levou em consideração a inclusão das principais redes de fastfood do mundo, neste ramo de atuação. O grande impulsionamento para este cenário fica por conta do aumento do número de pedidos por aplicativos de delivery e outros aplicativos do setor.

Uma foodtech é uma startup voltada à alimentação e que pode atuar em diferentes processos da cadeia de alimentos, ajudando inclusive a repensar e reformular algumas ações, como o desperdício de alimentos ou a redução do consumo de carne, temas cada vez mais em evidência para os consumidores.

A Impossible Foods é um dos principais exemplos deste potencial: a empresa é oficialmente apoiada pela ONU e foi a responsável pela criação de um hambúrguer à base de plantas, com cheiro e aparências similares aos de origem animal, o que pode revolucionar a indústria da carne no mundo, assunto que já abordamos aqui[A1] [2]  no site da Vigna Brasil. A adesão do grande público ao mercado de alimentos de origem vegetal está impulsionando seu crescimento em todo o planeta; nos EUA, por exemplo, os alimentos veganos faturaram R$2,2 bilhões em 2015, e devem crescer 17% na China, até 2020.

No Brasil, o mercado de foodtechs ainda está no começo. Até julho do ano passado era possível contabilizar 90 startups, de 17 categorias em atuação, no país. Existem desde empresas especializadas em vender frutas e legumes fora do padrão estético dos supermercados, mas bons para o consumo, até o próprio hambúrguer à base de plantas nacional. Chamado de “Futuro Burger”, o produto parece carne, mas é feito com proteína de ervilha e proteína isolada de soja e grão-de-bico, com beterraba para colorir e conferir a aparência de carne. A promessa é de que o produto tenha valor nutricional próximo aos hambúrgueres convencionais, mas com menos gordura. Ao que tudo indica, este é apenas o começo de uma nova revolução alimentar.


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